Maricá/RJ,

Canteiros de Obras - Centro de Cultura e Artes presente no V Ciclo Nacional de Conversas Negras


As Escritoras e Coordenadoras dos Programas e Projetos de Canteiros de Obras – Centro de Cultura e Artes, do Ponto de Cultura Percursos Culturais, do Ponto de Leitura Traças do Bem e do Ponto & Cine Canteiros, em Maricá/RJ, Maria Regina Moura e Patrícia Custódio, estiveram presentes, hoje, sexta feira, 29/08, no “V CICLO NACIONAL DE CONVERSAS NEGRAS: Agosto Negro ou o que a História Oficial ainda não conta”, na OAB/RJ.

Numa realização do Instituto Raízes de Áfricas (Alagoas), sob a Coordenação de Arísia Barros, do Estado de Alagoas, em parceria com a Aqualtune (Rio de Janeiro), representada por Bia Onça, neste 1º dia, o V Ciclo reuniu importantes nomes dos Movimentos Sociais e da Gestão Pública, dos Estados do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e de Minas Gerais.

A composição da Mesa de Abertura deste 1º dia contou com:
Arísia Barros, do Instituto Raízes de Áfricas/Alagoas; Leonor Araujo, da Secretaria de Movimentos Sociais do Espírito Santo; Zoraia Bráz, do CEPPIR - Macaé/Rio de Janeiro; Carla Lopes, do Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra e SEEDUC/Rio de Janeiro; Patrícia Custódio, de Canteiros de Obras – Centro de Cultura e Artes – Maricá/Rio de Janeiro; Lelette Coutto – CEPPIR/Rio de Janeiro; Marcos Romão – militante negro - Niterói/Rio de Janeiro.

Para o desenvolvimento dos 2 eixos temáticos do V Ciclo - “Conferência Preta”/manhã (Mulheres Pretas na Diáspora: Revolução, Protagonismo e Práxis) e “Conversas e Memórias”/tarde – os conferencistas foram, na parte da manhã: Leonor Araujo e Lelette Coutto, além de Bruno Cordeiro, Prefeito da Cidade de Sacramento/Minas Gerais, que trouxe excelente contribuição com a Mostra sobre a escritora mineira Carolina Maria de Jesus, nascida em Sacramento, além de presentear o público presente com um exemplar da obra “Diário de Bitita”, da escritora mineira, editada pela Prefeitura de Sacramento. 

Na parte da tarde: Marcos Romão (“Pensar o povo preto por meio de estereótipos é uma tendência social de simplificar o que é complexo”); Carla Lopes (“Quantas identidades cabem na pedagogia da escola e/ou vozes e resistência da Lei 10.639/03”) e Sheila Dias, (“As religiões afro-brasileiras, a visão de mundo, a forma de conceber o sagrado e o desafio ao poder do estado escravagista”) – esta última, do Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher.




O CICLO NACIONAL DE CONVERSAS NEGRAS vem realizar sua 5ª edição, neste ano, no
Rio de Janeiro, com uma programação bastante densa; com discussões em torno das dificuldades para a implementação da Lei 10.639/03; vem comprovar tratar-se de uma iniciativa vitoriosa e encerra o 1º dia com o “Obirim: uma homenagem às Pretas Mulheres do Rio”, diplomando, em nome do Instituto Raízes de Áfricas, seis professoras do Rio de Janeiro, que se destacam nas frentes de militância e na implementação da Lei 10.639/03; com a apresentação da Revista Caetés/SECOM/Alagoas, com a matéria em homenagem ao Centenário de Abdias Nascimento, presenteando a Profª Elisa Larkin, viúva do Senador Abdias, presente ao encontro, com alguns exemplares.

Com o convite de Arísia Barros para o 2º dia, amanhã (30/08), a partir das 10h, no auditório do DAPIBGE, os trabalhos foram encerrados. Na programação de amanhã, uma Roda de Conversa e a Construção da Carta do Rio.

Canteiros de Obras – Centro de Cultura e Artes cumprimenta os organizadores, os participantes, os conferencistas e o público que esteve presente neste 1º dia do V CICLO, alegre, produtivo e repleto de momentos da mais pura emoção. 
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